demonstração · abre e usa

O método da casa, sussurrado no meio da call

Enquanto o vendedor conversa, um painel ao lado escuta e devolve o gancho certo em até doze palavras — não a frase pronta, que soa lida, mas a peça do repertório da casa que cabe naquele segundo.

Quando a call termina, o debrief se escreve sozinho.

47 minutos em 14 cliques · nada para instalar

antes de começar, para não esconder no rodapé

Isto foi construído só com material público do Flávio Augusto — aulas e entrevistas transcritas na íntegra. Nenhuma call de vocês, nenhum lead, nenhum vendedor. A conversa que você vai conduzir é ficcional; o acervo por trás dela é real.

É o teto do que dá para fazer sem vocês. Com cinco calls reais, já gravadas, isto deixa de ser demonstração: passa a carregar o que os seus vendedores falam quando travam e a apontar o que aconteceu de verdade, com nome e minuto. — cinco arquivos, nenhuma reunião.


call em andamento

Ricardo S. — mentoria anual2ª conversa · ticket R$ 100.000
00:00
0 de 14
copiloto · ouvindo

Os cartões aparecem aqui quando houver algo que valha a pena dizer — e só então.

Repare no que não acontece: em vários turnos o painel fica em silêncio. Um copiloto que fala a cada frase é desligado na segunda call — por isso a regra é no máximo um cartão a cada três turnos. Clique em qualquer cartão para ver a peça do acervo por trás dele.

no dia seguinte · duas páginas

Ricardo S. — mentoria anual
Vendedor: M. Andrade
47min12 · TICKET R$ 100.000
DEBRIEF #0143

O que você acabou de usar

Os ganchos não saíram de um modelo genérico de vendas. Saíram de um acervo destilado de 119.799 palavras de material público da casa — aulas e entrevistas transcritas na íntegra, das quais foram catalogadas 22 peças de repertório.

Cada peça carrega quatro campos: o gatilho que a convoca, o gancho de até doze palavras, a peça inteira para o vendedor consultar, e — o campo que ninguém escreve — quando não usar. A "voltinha no shopping", por exemplo, é preventiva: contada depois que o lead já disse "vou pensar", vira acusação e queima a relação.

O mesmo motor serve qualquer casa. O que muda é o acervo: o repertório de cada operação, extraído do material dela.

Sobre esta demonstração, com todas as letras: a conversa do Ricardo é ficcional e os cartões foram gerados contra ela — isso prova que o acervo tem substância e que o formato funciona, não prova acerto nem latência em call real. Para isso é preciso rodar sobre uma gravação de verdade. O acervo, esse é real e está pronto.

As 22 peças que alimentaram os cartões estão catalogadas, com fonte e minuto — e são de vocês.

Ver o acervo →